Sobre o nosso amor, ele é a minha maior conquista. E não é porque sou uma pessoa de pequenos feitos, mas porque ter honra de ser amado por alguém da sua magnitude, darlin', é a maior graça que pode ser concedida a um ser que refresca suas células com oxigênio.
"Os opostos se atraem". Bem verdade, mas só funciona com os ímãs.
Somos, nós dois, tão semelhantes como os lados do triângulo equilátero e tão iguais qual os ângulos de um quadrado. Somos, eu e você, a união improvável que a nave Coração de Ouro jamais seria capaz de calcular; a carta mágica para a qual não existe negação... Somos o puro amor, servido na fonte e bebido das mãos em goles de quem viveu no deserto por dezesseis ou dezoito anos.
Do tempo, ele é nosso, minha princesa.
Sim, você é a minha princesa, mesmo não sendo eu príncipe algum. E aqui eu dou risada do fato de não ter um castelo, um reinado.
Mas, se é bem verdade que o tempo é nosso, vou confiar na sorte de construir nossa vida a partir daqui, ok? Isso -claro- se você, minha donzela, não se importar em dividir comigo um castelo de 4 janelas e mesa na área dos fundos... se não se incomodar de envelhecer junto comigo entre as paredes de concreto que nos protegerão da angústia que é o mundo, da dor que reina fora dos nossos domínios Reais...
...se não se importar de ser minha pro resto da minha vida, porque eu já sou seu até o dia em que suas células se cansarem... e além.
Nota: a mesa de madeira nos fundos é pra jogar Yu Gi Oh! com os meninos todo sábado de tardezinha, certo, amor? .---.
Nenhum comentário:
Postar um comentário